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Enivaldo diz que presidente do IEMA desrespeitou a Assembleia

Publicado em 10/06/2015




                 








O deputado estadual Enivaldo dos Anjos (PSD), na condição de presidente da Comissão Especial de Granito e Rochas Ornamentais da Assembleia Legislativa, fez duras críticas à diretora-presidente do Instituto Estadual do Meio Ambiente (Iema), Sueli Tonini, que, embora formalmente convidada, não compareceu para prestar informações à Comissão na sessão desta terça-feira (26).
Em seu lugar, a presidente do Iema enviou o diretor técnico Albertone Sant’ana Pereira, enquanto a gerente de controle ambiental Flávia Carina Rangel de Godoi representou a gerente de Fiscalização, Rosa Eurídice Rodrigues de Oliveira.
A omissão das duas dirigentes foi considerada desrespeitosa pelo deputado: “Se os subordinados do Governo não se dignam a comparecer a uma Comissão Especial vou ser obrigado a conversar com o secretário de Estado de Meio Ambiente. Comportamento como dessas servidoras é uma verdadeira afronta a essa Casa de Leis”.
A Comissão pretendia obter esclarecimentos de Sueli Tonini e Rosa Eurídice sobre o quadro de servidores destinados a execução dos licenciamentos ambientais, fiscalização dos transportes de cargas, pois o setor de rochas ornamentais do Estado tem muitas reclamações sobre o atraso na apreciação desses processos de licença.
Os dois servidores que foram à Comissão Especial pouco conseguiram acrescentar ao que já se sabe, pois na maioria dos casos não detinham as informações que os deputados pretendiam levantar. Enivaldo dos Anjos disse que vai estudar a convocação da diretora-presidente e da gerente de Fiscalização, o que as obrigaria a comparecer.
O parlamentar ressaltou informações já passadas à Comissão em uma de suas primeiras sessões, pelo diretor-executivo da Associação Noroeste dos Produtores de Rochas Ornamentais, Mário Imbroisi, sobre a importância do setor para a economia capixaba.
“Estamos falando de um segmento que gera riquezas para o Estado e desenvolvimento regional, reduzindo as pressões sociais da migração das áreas rurais. O salário médio pago no setor é de R$ 1,2 mil e o segmento hoje representa 10,9% do Produto Interno Bruto capixaba, com exportações crescendo 25% no último ano. Temos hoje o parque industrial mais moderno da América Latina em se tratando de rochas ornamentais. No último ano, as empresas do setor compraram 60 milhões de euros em máquinas e equipamentos, que reduziram em até seis vezes o tempo de serragem dos blocos”, disse o deputado.
Para Enivaldo dos Anjos, “o Iema trata com desdém um segmento econômico que representa riqueza pelo menos pelos próximos 500 anos para o Espírito Santo, e privilegia as empresas grandes poluidoras”.
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